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Eu não consumo o mercado

Atualizado: 19 de abr.



É, eu vivo em um tempo que se todos pudessem experimentar estariam todos os membros de alguma seita da classe alta trocando o clube de pôquer para fazer o mesmo e viver sem a necessidade de ingerir limão com bicarbonato diariamente.


Aqui no Brasil ainda nenhuma produtora ocupou o lugar de grande casa dos vídeos clipes, ainda porque o mercado não dão lugar ao lado artístico e mais calmo do mercado norte-americano que espera com calma a hora de lançar um single sem atravessar tudo e lançar merda no ventilador. É, mas lá a coisa está feia. A crise é grande em todo território. Músicas feitas por computador e batidas africanas transformadas em sons de rituais para procriação germinativa de sêmens em vaginas sedentas pelo coito desde o primeiro batimento do grave.


Foi se a cantora Dido. Lembra-se dela? Pois é, aquilo lá foi o fim. Terminou o consumo dela, acabou com tudo. Não tem mais ondas capazes de entrar por cima e dançar por dentro.


As notas das igrejas que falavam latim "Frequências de Solfeggio" são muito pouco usadas, estando apenas em meditações e com a galerinha mais calma. A música clássica é gostosa de ouvir, eu a ouço sem me incomodar, mas é legal também você ouvir uma música contemporânea que seja uma evolução de tudo que já foi fazendo o espetáculo da estreia.


Falta-me de tudo para esses chacras que vão além da nossa massa cefálica não é mesmo? Por isso não deixo tudo entrar. É igual um mestre ioga, se é para ficar puro sem sexo por esse tempo é para ficar e pronto final.

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